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Eliminado do MasterChef 2021, Renato vê jogo dividido em dois times

Foto: Carlos Reinis/Band
Foto: Carlos Reinis/Band

Ao longo dos 10 episódios que participou nesta temporada, o engenheiro ambiental Renato buscou usar a experiência no MasterChef Brasil de 2020, quando participou de apenas um episódio, para brigar pelo troféu de melhor cozinheiro amador do País.

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Às vezes, no entanto, é preciso ter também um pouco de sorte: na prova dos clássicos familiares, o engenheiro levou a pior ao reproduzir um prato de ravioli à bolonhesa que foi bastante criticado pelos jurados.

Em entrevista ao Portal da Band, Renato avaliou que outros participantes estavam mais instáveis na disputa, mas realizaram uma prova melhor. “Acredito que alguns tiveram um bom dia e eu, não. Às vezes o fator sorte não contribui”, disse.

Renato contou ainda que, recentemente, sua visão de jogo mudou. “Dentro do que considero ser um cenário de guerra, no bom sentido da palavra, os canhões estavam apontados, mas eu não sabia para onde. Desde o último programa, sei que tem dois grupos definidos”, analisou.

“As pessoas que estavam na prova de eliminação comigo eram duríssimas de enfrentar. Somos um time fechado”, diz ele sobre o grupo formado por Isabella, Helena, Heitor, Luiz, Sérgio e ele, Renato.

“No outro, nitidamente, há Eduardo, Ana, Raquel, Pedro, Márcio e Daphne. Tem duas pessoas no meio, que acabaram ficando muito sozinhas, que são a Kelyn e a Amanda”, completou.

Apesar da afinidade com todos, Renato não foi salvo pelos colegas de confinamento, que decidiram dar mais uma chance a Heitor. Contudo, ele garante não ter ficado aborrecido. “Sabia que não seria eu. Fico triste por não ter uma segunda chance, como outros tiveram, mas faz parte do jogo. A responsabilidade é minha.”

O jogo, é claro, ainda não acabou e uma possível repescagem motiva o agora ex-participante. “Com certeza, vou voltar animado. Eu fico esperançoso, mas sei que não vai ser fácil”, destacou.

Mesmo sem ter vencido a competição, o objetivo do engenheiro é mudar “drasticamente” de carreira. “Eu sei o que é trabalhar 18 horas por dia e perder datas importantes, sei o quanto é duro. Mas é um processo que eu vou fazer bem tranquilo, quero realmente ser cozinheiro”.

(*) Da redação da Menu

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