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Marília Gabriela processa Paris 6 por sumiço de mais de R$ 1 milhão

Fotos: Reprodução/Instagram
Fotos: Reprodução/Instagram

A jornalista e apresentadora Marília Gabriela abriu um processo contra a rede Paris 6, do empresário Isaac Azar, por causa do sumiço de um investimento de R$ 1 milhão. O valor corresponde a um investimento feito por ela os filhos, Cristiano e Theodoro Cochrane, na empresa, segundo informações da coluna Leo Dias.

Em 2014, Marília Gabriela, Cristiano e Theodoro investiram R$ 1,125 milhão na empresa H1 restaurantes e participações, responsável pelo Paris 6. Em contrapartida, eles esperavam recuperar o valor do investimento e receber 5% dos lucros da rede de restaurantes em um prazo de 12 meses.

No ano seguinte, entretanto, o grupo Paris 6 passou por uma reorganização e todos os investimentos passaram a ser de uma só empresa, a H1 Restaurantes e Participações. Essa companhia se tornou uma sociedade por ações e Isaac Azar foi eleito o diretor-presidente da sociedade.

Agora em abril de 2021, porém, Marília e o filho Theodoro quiseram receber de volta o valor investido na sociedade, mas Azar se recusou a fazer a devolução. O criador do Paris 6 também negou aos sócios o acesso aos balanços financeiros do período entre 2017 e 2020. A alegação é de que os balanços estavam sendo auditados.

Sem acesso aos documentos, Marília e Theodoro entraram com um processo pedindo para que Isaac Azar mostre os balanços patrimoniais da sociedade. Em junho, a justiça convocou uma audiência com os sócios, mas a defesa do Paris 6 continuou negando o acesso aos balanço patrimonial.

Insatisfeita, Marília Gabriela pede que a justiça determine a exibição dos documentos, nem que seja de forma coercitiva. Ou seja: que o magistrado responsável pelo processo envie um oficial de justiça para retirar os documentos na empresa, numa operação que pode ter, inclusive, apoio da polícia.

Os responsáveis pela rede Paris 6 se defenderam dizendo que aceitaram o resgate dos investimentos feitos por Marília Gabriela e Theodoro Cochrane, mas argumentaram que teriam até maio de 2022 para efetuar a devolução.

A empresa alegou ainda que a rede não está bem do ponto de vista contábil. Uma funcionária teria sido presa em flagrante por desviar dinheiro da H1. Esses desvios teriam provocado as dificuldades financeiras no grupo.

(*) Da redação da Menu

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